Após assassinato de delegado paulista, juiz Odilon reforça pedido por escolta
Atualizada há 8 meses
Após mais de seis anos vivendo sem escolta policial, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira, de Mato Grosso do Sul, e com a repercussão da morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, morto a tiros no último dia 15 de setembro, o magistrado foi a público reforçar pedido que já fez ao Conselho Nacional de Justiça – (CNJ), solicitando retorno de escolta policial pelo menos três vezes na semana.
Na manhã desta terça-feira (23), Odilon concedeu uma entrevista ao programa de alcance nacional Encontro com Patrícia Poeta, na qual afirmou com certeza que Ruy foi morto por integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC, que é a maior organização criminosa do Brasil, com atuação principalmente no estado de São Paulo, mas também em todo o território brasileiro.
Assim como Ruy, Odilon também é conhecido pela atuação contra o crime organizado na fronteira do Brasil com o Paraguai, e foi responsável por prisões de chefes do tráfico, entre eles Fernandinho Beira-Mar.
Na entrevista, Odilon afirmou que o nome de Ruy estava em uma lista do PCC que continha nomes de autoridades que seriam assassinadas, na qual o nome dele também estava. “Quando eu era escoltado, os policiais andavam armados com fuzis, e hoje, depois de anos combatendo o crime organizado, o único preso sou eu, que vivo dentro da minha casa com a minha esposa por medo de sair para a rua”, disse ele.
Após mais de seis anos vivendo sem escolta policial, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira, de Mato Grosso do Sul, e com a repercussão da morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, morto a tiros no último dia 15 de setembro, o magistrado foi a público reforçar pedido que já fez ao Conselho Nacional de Justiça – (CNJ), solicitando retorno de escolta policial pelo menos três vezes na semana.
Na manhã desta terça-feira (23), Odilon concedeu uma entrevista ao programa de alcance nacional Encontro com Patrícia Poeta, na qual afirmou com certeza que Ruy foi morto por integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC, que é a maior organização criminosa do Brasil, com atuação principalmente no estado de São Paulo, mas também em todo o território brasileiro.
Assim como Ruy, Odilon também é conhecido pela atuação contra o crime organizado na fronteira do Brasil com o Paraguai, e foi responsável por prisões de chefes do tráfico, entre eles Fernandinho Beira-Mar.
Na entrevista, Odilon afirmou que o nome de Ruy estava em uma lista do PCC que continha nomes de autoridades que seriam assassinadas, na qual o nome dele também estava. “Quando eu era escoltado, os policiais andavam armados com fuzis, e hoje, depois de anos combatendo o crime organizado, o único preso sou eu, que vivo dentro da minha casa com a minha esposa por medo de sair para a rua”, disse ele.
Fonte: correiodoestado.com.br
